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Um das atribuições da música é a diversão. Divertida para quem compõe, para quem toca e para quem ouve. É de um sentimento ímpar ir a um show e ver a banda executando aquele som que parece impecável no estúdio. Ao vivo a música toma vida. No entanto, tão sensacional quanto uma apresentação em tempo real é quando você sente esse feeling no próprio disco. Este é o caso de “Daydream” da Empty Houses.

Uma das mais brilhantes descobertas recentes, o trio de Detroit faz um pop retro que explode de alegria nos ouvidos de quem dá o play em seu disco de estreia. Parece que você vai aos anos 50~60 com a sonoridade da banda, mas com os pés nos 2000 com a doce voz da vocalista Ali Shea. Empty Houses deve agradar agradar tanto a quem procura o frescor da novidade como quem é apegado ao rock clássico.  E mesmo não variando muito na pegada do disco, a banda desconta no entusiasmo. As primeiras notas de “Better of Me” ditam o ritmo do álbum.

 

 

 

Sobre o Autor

Modernizar o passado é uma evolução musical. (8)

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