Depois de longa espera, finalmente poderemos ouvir novidades do Luiz Arcanjo. Para quem não o conhece (ou acha que seu nome não é estranho), ele é o nome por trás dos famosos ministérios Toque no Altar e Trazendo a Arca. Mas o que nem tanta gente sabe é que ele tem uma carreira solo.

Em 2009, Arcanjo lançou um disco que leva seu nome e que, particularmente, não lembro de ter tido uma repercussão tão grande na mídia. No entanto, quem se deu o trabalho de ouvi-lo se surpreendeu com o trabalho. ES-PE-TA-CU-LAR, essa é a melhor definição do disco. Totalmente diferente do produzido com os ministérios, Arcanjo mergulha na musicalidade brasileira e nos entrega um dos mais incríveis trabalhos já lançado na música cristã nacional.

Pra quem me conhecia antes do Toque no Altar ou Trazendo a Arca sempre soube dessa minha queda por música brasileira, na verdade eu estou só fazendo um resgate de um lado meu que havia ficado para trás, mas sinceramente não esperava uma repercussão tão positiva. Acabei descobrindo que existem muito mais pessoas que gostam de MPB, ou melhor MPBC. Na verdade sempre quis gravar um CD de música brasileira.

Cresci ouvindo de Ozéias de Paula a Rebanhão, de Vitorino Silva a Mortification, de Vencedores por Cristo a Sinal de Alerta. Hoje continuo ouvindo de tudo um pouco, de música clássica a Oficina G3, de Leonardo Gonçalves a APC 16, de Jason Upton a Stênio Marcius etc. Gosto de música bem produzida, bem escrita e sobre tudo que me comunique alguma coisa.

Se você ainda não ouviu, dê esse presente ao seu ouvido e alma:

No entanto, como foi dito, o disco de estreia foi lançado em 2009 e de lá pra cá, a expectativa era alta por um segundo trabalho. Segundo informações da internet, o lançamento seria em 2013, mas o compositor preferiu não ter pressa e deixou para divulgar algo novo apenas nos últimos dias de 2017. A proposta agora é lançar uma faixa a cada mês. A primeira é “Lição de Mestre” que segue a mesma brasilidade do registro anterior e que você pode conferir nas principais plataformas:

 

 

 

 

 

Sobre o Autor

Modernizar o passado é uma evolução musical. (8)

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