É certo que esse assunto de plágios ou como dizem por aí “pequenas motivações com forte influência” no meio da música cristã não é novidade pra ninguém. Mas vira e mexe, tem sempre uma polêmica nova nas interwebs sobre assunto. Algumas mais descaradas, outras nem tanto; eis que aprouve ao Apenas Música relacionar todas essas polêmicas, de forma bastante imparcial, e levantar novamente o assunto para debate, porém de uma forma um pouco mais sistemática, com provas cientificas dessas possíveis cópias.

Queremos primeiramente deixar bem claro que não queremos aqui colocar em cheque o trabalho de nenhum artista, nem mesmo duvidar da sinceridade das canções, do objetivo das letras e nem levantar qualquer outra questão que possa denegrir ou prejudicar a imagem de qualquer pessoa que seja. O objetivo é simples, mostrar algumas “coincidências musicais” espalhadas por esse mundão da música gospel e ouvir a opinião de cada um de vocês.

Para estrear essa controversa série, vamos chamar ao palco nosso querido Paulo César Baruk, artista que eu particularmente gosto muito, ouço com frequência, sempre que posso vou às suas apresentações e que reconheço, é um grande cantor, compositor e instrumentista que tem agregado muito valor para a música cristã de qualidade no Brasil.

A música que está causando um certo barulho nas redes sociais é “A Minha Força” do álbum “Eletro Acústico 3”, e em contrapartida temos a canção “Your Body Is a Wonderland” do John Mayer que está presente no álbum “Room for Squares”. Confiram a montagem feita abaixo com as duas músicas em paralelo.

 

E aí, o que acham? Coincidência ou versão? Deixe sua opinião nos comentários e claro, se você sabe de mais algum caso espalhado por aí, deixa o link das músicas para que a gente possa completar essa calorosa sessão aqui no Apenas Música.

  • Alan do Carmo

    O J Neto poderia ser usado nessa série, o cara copiou até a alma do Roberto Carlos

    • hahaha verdade, bem lembrado.

    • Lucas Lopes

      hahha essa foi boa

  • Érick Semino Gonçalves

    Não acho q seja plágio, pois, até onde sei, plágio é de melodia (o que é cantado, por exemplo), não existe plágio de harmonia (a base da música, o que instrumentos como violão e piano costumam fazer na música popular), até porque, se existisse, a música pop, que usa harmonia sem rodeios, sem muitas tensões, estaria rapidamente esgotada…

    • Anderson Butilheiro

      Na verdade não, bro, você está bastante equivocado. Plágio é de qualquer trecho da música, sej a melodia ou harmonia, ou ainda a letra em si. D~e uma olhada nesses casos aqui:

      http://www.plagio.com.br/

    • Concordo que muito se copia, música é assim mesmo, galera vai pegando influencias de todo mundo e a vida segue… mas acho que no caso do Paulo não foi só uma intenção ou semelhança, ta muito chapado, as sequencias são muito parecidas.. mas enfim… se tiver outras sugestões deixa ai pra gente, vlw!!

  • Rodrigo Gustavo Silva

    Na côrte do Egito tem o mesmo arranjo de Rebirth da banda Skyllet. Descaradamente.

    • Verdade, é copia mesmo não tem nem que ver, vamos citar essa introdução na próxima.

  • “Eu Sei”, do Alexandre Magnani, copia o riff de “Heaven”, do Gungor. No final de “Sobre”, mesmo disco, o Magnani copia o arranjo de sopro de “I Don’t Trust Myself”, do John Mayer.

  • Em “Abundante Chuva”, disco do Fernandinho “produzido” pelo plagiador-mor do mercado gospel brasileiro, Emerson “Brum” Pinheiro, o riff inicial é uma versão acelerada de “All About Love”, do Steven Curtis Chapman (por sinal, que baita música).

  • Mais uma do Emerson Pinheiro: em “Jesus é o Rei”, da Fernanda, a composição é descaradamente inspirada em “Will You Be There”, canção que Michael Jackson fez para Free Willy.

  • Dá pra ficar até amanhã aqui relatando plágios no mercado gospel! hahahaha

    • kkkkkk tem muito mesmo. Vou usar suas sugestões para um próximo post da série.Alguns dos que você citou eu conhecia, outros não… e vamos só aumentando a lista hehehe.. Vlw!