A gente tá meio offline, mas estamos vivos. Pra nos atualizarmos, resolvemos fazer um levantamento rápido de alguns lançamentos recentes que curtimos. 🙂

Family Force 5 – Time Still Stands (5 de novembro)

 

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Como já virou costume, os caras das FF5 gostam de lançar, assim como o Toby Mac, versões remixadas de seus álbuns. “Time Stands Still”, de 2014, se transformou em “Time Still Stands” e conta com algumas participações interessantes, mas cá entre nós, o Soul Glow Activatur faz falta, viu?

 

 

Kevin Max – Starry Eyes Surprise (30 de outubro)

 

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Nossa! Não fazia a mínima ideia que o Kevin tinha lançado esse disco, afinal Broken Temples já estava na faixa. Nesse trabalho ele dá uma revisada em covers de épocas diferentes, dando seu toque. Pra mim, o resultado deu de 10 a 0 em Broken. Um dos melhores lançamentos do ano!

 

 

Lovelite – Hopeful Strangers (30 de outubro)

 

 

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Desde o excelente “In Three Persons”, de 2012, que eu fico na expectativa por um lançamento da Lovelite. Nesses dias, descobri que eles lançaram esse EP. O resultado é, mais uma vez, encantador. Para mim, eles ajudaram a colocar o worship contemporâneo em outro patamar. Muito bacana. 🙂

 

Mutemath – Vitals (13 de novembro)

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Definitivamente o melhor lançamento do ano! Só a faixa “Joy Rides” já valeria e muuuuito o disco. Mas toda a obra é muito boa. Desde que lançaram, não paro de ouvir. Cada música envolve demais, chama para mexer o corpo e entrar numa vibe massa. A pegada é mais pop que o rock de Odd Soul, mas mantém a alta qualidade. Não sei vocês, mas eu senti um toque de “Random Access Memories”, do Daft Punk nesse disco (principalmente com a faixa título). Ouçam, jovens. Ouçam! Mutemath, como sempre, mitando.

 

Kirk Franklin – Losing My Religion (13 de novembro)

 

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Quando eu digo que eu estou perdendo minha religião, eu estou dizendo que estou perdendo o peso de tentar cumprir o que Cristo já cumpriu. – Kirk Franklin

A lembrança mais recente que eu tenho do Kirk é de “Smile”, música lançada 4 anos atrás. Apesar dessa distância, sempre respeitei muito sua trajetória. Para mim ele é um cara excepcional no que que faz e, quando vi o nome do seu novo álbum eu pensei: uou! Esse é o seu 12º disco de estúdio e, segundo a crítica, é um “manifesto político-social-espiritual, uma exortação para evangelistas acerca do amor e a misericórdia de Deus sobre as máscaras da religião”. A sonoridade não mudou muito, mas o conteúdo veio bastante interessante. Vale a pena conferir.

https://youtu.be/rEhsBSx9CyM

 

Casting Crowns – A Live Worship Experience (13 de novembro)

 

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Casting é Casting. Sem muitas novidades, mas sempre agradável de ouvir, eles trazem seus sucessos mais recentes em versão ao vivo. Canções simples, inspiradas e com muita sinceridade.

 

David Crowder – Neon Porch Extravaganza Live EP (30 de outubro)

 

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O David resolveu juntar a galera da igreja pra fazer uma festinha com direito a touro mecânico e um monte de outras coisas legais. Depois, arrastou todo mundo pra cantar e gravou a party. O resultado foi este aqui:

 

https://youtu.be/HKjnsJJ-MVM

 

Algum lançamento recente ficou de fora? Avisa aí pra gente. 🙂

 

 

 

Sobre o Autor

Modernizar o passado é uma evolução musical. (8)

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